
Falta-me algo hoje.
Estou aqui nem sei como...
Apenas não sei e pronto, porém estou.
Meio assim, meio nada, meio tudo.
Dizem que pode ser saudade.
Eu diria necessidade.
Talvez ambos.
Quem provém de quem, afinal?
Estou certa de que encontro-me entorpecida pelo teu gosto, pela tua pele, por você. Doce e maliciosamente entorpecida.
Estou perdida no tempo, no espaço.
Não me acho e nem quero.
Quero que você me ache.
Me acha, vai...
Me pega e me invada afinal hoje te permito fazer de mim o que quiser. Faça, por favor... eu deixo, eu quero, eu preciso me conceder a essa entrega submissa.
Te quero deliciosamente certa de que não como quis tantos outros pois os outros tinham um lado só, o lado que eles queriam mostrar.
Você se mostra inteiro, sombrio e claro, doce e acre, denso e leve, intenso e calmo, enfim sem pudores e sem medo...
Te quero nu e te quero cru.
Te quero bem e te quero mal.
Te quero devasso e te quero anjo.
Te quero casto, porém ainda mais, muito mais indecoroso.
Te quero menino, tímido, sereno.
Te quero homem, descarado, despudorado.
Quero te amar em uma cama com pétalas de rosas e lençóis de cetim.
Quero te amar com urgência no banco de trás do carro.
Quero te amar na lama e ter sua boca com gosto de chuva.
Quero te amar na areia da praia e observar teus olhos mirando as estrelas e a lua.
Quero teus sonhos, entretanto os pesadelos devem vir pois também os quero.
Quero teus amores amados...
Ou simplesmente os prazeres de amores.
Quero ser teu presente e teu futuro.
Quero tuas lembranças, tuas histórias.
Adoro teu passado meigo, lascivo, devasso.
Adoro o teu preto e o teu branco.
Adoro todos os teus lados, frestas, cantos, ângulos, retas e curvas.
Te quero assim dessa forma e sem forma exata.
Estou aqui nem sei como...
Apenas não sei e pronto, porém estou.
Meio assim, meio nada, meio tudo.
Dizem que pode ser saudade.
Eu diria necessidade.
Talvez ambos.
Quem provém de quem, afinal?
Estou certa de que encontro-me entorpecida pelo teu gosto, pela tua pele, por você. Doce e maliciosamente entorpecida.
Estou perdida no tempo, no espaço.
Não me acho e nem quero.
Quero que você me ache.
Me acha, vai...
Me pega e me invada afinal hoje te permito fazer de mim o que quiser. Faça, por favor... eu deixo, eu quero, eu preciso me conceder a essa entrega submissa.
Te quero deliciosamente certa de que não como quis tantos outros pois os outros tinham um lado só, o lado que eles queriam mostrar.
Você se mostra inteiro, sombrio e claro, doce e acre, denso e leve, intenso e calmo, enfim sem pudores e sem medo...
Te quero nu e te quero cru.
Te quero bem e te quero mal.
Te quero devasso e te quero anjo.
Te quero casto, porém ainda mais, muito mais indecoroso.
Te quero menino, tímido, sereno.
Te quero homem, descarado, despudorado.
Quero te amar em uma cama com pétalas de rosas e lençóis de cetim.
Quero te amar com urgência no banco de trás do carro.
Quero te amar na lama e ter sua boca com gosto de chuva.
Quero te amar na areia da praia e observar teus olhos mirando as estrelas e a lua.
Quero teus sonhos, entretanto os pesadelos devem vir pois também os quero.
Quero teus amores amados...
Ou simplesmente os prazeres de amores.
Quero ser teu presente e teu futuro.
Quero tuas lembranças, tuas histórias.
Adoro teu passado meigo, lascivo, devasso.
Adoro o teu preto e o teu branco.
Adoro todos os teus lados, frestas, cantos, ângulos, retas e curvas.
Te quero assim dessa forma e sem forma exata.
Intenso hein, porém muito bonito!
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